Aqui o dia inteirinho pensando em fazer alguma coisa mais útil da vida e desistindo toda vez que lembro que as férias existem...
Pensando, pensando e descobrindo que não penso mais só pra mim sobre o que vou fazer de mim, pensando quanta saudade cabe em um segundo, e todas essas coisas bregas e clichês que músicas de pessoas apaixonadas dizem.
Amor, amor, amor. E eu aqui me segurando pra continuar sendo eu, pra conseguir ser sozinha, pra não querer ele por perto o tempo todo, tudo isso, se misturando e fazendo a minha racionalidade de boba, de muito idiota mesmo.
Mas seguro, contenho? Não, mas guardo e aguardo tudo que posso, tento não ser banal o suficiente para querer tudo o tempo todo, toda hora, o quê?
Descobrir como se existe sendo única assim, é um desafio que quero saber como resolver.
Mas amo, amo e amo tanto que é tão natural pensar que as coisas têm que ser assim mesmo como estou sentindo agora: Essa vontade louca de estar mais que do lado, de estar dentro, junto o tempo todo que puder. Quanto é que posso?

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