quinta-feira, dezembro 20, 2007

nÃO ME DEIXE SÓ


Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro

Eu tenho medo do inseguro

Dos fantasmas da minha voz...


Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os lábios mudem de cor...

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa
Sou macumbeira
Eu sou de paz
Eu sou do bem
Mas

Fique mais
Que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem...

Não me deixe só Q
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero de amor...
Vanessa da Mata - Não me deixe só...

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Sobre ele...


Aqui o dia inteirinho pensando em fazer alguma coisa mais útil da vida e desistindo toda vez que lembro que as férias existem...

Pensando, pensando e descobrindo que não penso mais só pra mim sobre o que vou fazer de mim, pensando quanta saudade cabe em um segundo, e todas essas coisas bregas e clichês que músicas de pessoas apaixonadas dizem.

Amor, amor, amor. E eu aqui me segurando pra continuar sendo eu, pra conseguir ser sozinha, pra não querer ele por perto o tempo todo, tudo isso, se misturando e fazendo a minha racionalidade de boba, de muito idiota mesmo.

Mas seguro, contenho? Não, mas guardo e aguardo tudo que posso, tento não ser banal o suficiente para querer tudo o tempo todo, toda hora, o quê?

Descobrir como se existe sendo única assim, é um desafio que quero saber como resolver.

Mas amo, amo e amo tanto que é tão natural pensar que as coisas têm que ser assim mesmo como estou sentindo agora: Essa vontade louca de estar mais que do lado, de estar dentro, junto o tempo todo que puder. Quanto é que posso?