quarta-feira, agosto 22, 2007

vELHINHOS

Saia do CAISM, que agora tô passando por lá todos os dias e tem sido bom, quando encontrei um casal de velhinhos(eu sei que todo mundo fala para usar o termo idoso, mas eles eram velhinhos mesmo, daqueles de filme, de foto do Sebastião Salgado).
Ela com um lenço na cabeça parecia saída de uma janela sem moldura de casa do interior do país. Uma senhorinha bem senhorinha, daquelas que a getne só vê em porta de casa do interior com lenço na cabeça.
Ele, um senhor mais senhorzinho ainda, com um "chapéu de ir para a roça", parecia estar sentado num morro no fim da tarde com seu imenso cigarro de palha...
Era como se eles não estivessem ali, não pertencessem a esse tempo, mas estavam, o antigo e o novo, o sertão e os carros...
Simples assim, no meio de carros e modernidades.
fALTOU UMA MÁQUINA FOTOGRÁFICA. DE NOVO!!!




terça-feira, agosto 21, 2007

nORMAL!!!

PODE PARECER BIZARRO.
PODE PARECER IMBECIL.
E TALVEZ SEJA MESMO.
MAS NORMALIDADE É BOM, ÀS VEZES.
A PRIMEIRA VEZ QUE EU FIQUEI COM ALGUÉM "NORMAL"...
AH, BEM LOUCO, OUTRO PADRÃO DE EXISTÊNCIA... ACHO QUE PRECISO REVER CONCEITOS.

Podia ficar por aqui umas mil horas discorrendo sobre isso, falando da minha inquietação, das minhas descobertas diárias, de pequenas evoluções, mas não vou.
Vou só fazer um registro pequeno.
Conhecer uma pessoa que não tem nada que ver com seu estilo, que não tem nenhuma das pirações que você tem, mas que é engraçado pra caramba e te faz se sentir querida é muito bacana. Só um início.
Da próxima vez que eu me apaixonar, certeza que ele vai ser "NORMAL PRA CARALEO!!!!!"

quinta-feira, agosto 16, 2007

Sem Revisão de nada...

Hum... O meu foi bom, acordei umas oito da manhã, desisti de ir ao hospital, tomei banho com um incenso bem cheiroso aceso, respirei, me vesti de florzinhas, comi pães cheios de frescuras de grãos e coisas assim e me pus na rua. Saindo de casa, no campo de futebol que tem atrás, já pude ver as flores pequeninas e branquinhas nas pitangueiras, indicando que logo vai ter frutinha no pedaço. Tinha uma que tava mais branca do que verde. Fiquei feliz com isso. Sai tentando planejar o dia, mas sabia que ia ser meio difícil, porque sei exatamente o que tenho que fazer, mas não me dá muita vontade: a iniciação científica. Fui até a reitoria, entreguei o ofício pedindo grana para o encontro dos estudantes, subi pra faculdade e sentei na frente do computador. Tanta coisa interessante, nem queria fazer texto que ninguém vai ler! Mas fiz um pouco, fiz uma sessão escrita catarse, pra conseguir pelo menos botar pra fora o que quero escrever e depois escrevi pouquinho.
Fui almoçar, no bandejão, que apesar de mais longe da faculdade me deixa mais feliz, sempre encontro alguém legal, converso, rio e hoje não foi diferente. Subi, aula, chatinha, de ética e eu só pensando em como os meus professores são pouco éticos... Saí, vi uma amiga, ganhei um abraço bom e recuperei meus óculos. Tomei um sorvete que se dizia de papaia com cassis, depois vim pra cá, para o frio da sala de computadores do PB e passei duas horas tentando começar a escrever a iniciação.

segunda-feira, agosto 06, 2007

Energia Plena

BREVE.

ENERGIA PLENA ATÉ PARA ENTENDER QUE ALGUMA DOR EXISTE, VEM E PASSA...

quinta-feira, agosto 02, 2007

Campinas (novamente), 1 de agosto de 2007.

De volta, com toda energia possível, disponível e pronta. Voltei de vida nova, de gosto novo de viver, de olhar pro céu e enxergar o quanto tem pra além do azul, o quanto te traz de bom um céu azul de nuvens brancas de todo dia.
O que faz mais feliz respirar, o que faz mais feliz ander e mexer o corpo inteiro é o amor que emana do mundo pra dentro das almas, das vidas, das casas. Amor que vem de cada pedacinho de terra, de cada folha verde ou seca caída no chão, de cada flor de cor bonita ou não, de cada taio de sol, de cada rajada, leve ou pesada, quente ou fria, de vento.
Cada dia, cada dia, inteiro, intenso, profundo, cada dia um respiro mais longo, mais dentro, mais ar de cheio.
Sempre é tempo de recomeçar e sempre é tempo do Novo, do nunca visto, da busca pelo mais alto, pelo mais bonito, mais alegre, mais livre.
Reencontros são bons, redescobertas também, descobrir que se quer o que se tem, mas que ainda não se tinha notado o que se tem e as possibilidades, as potencialidades do que se tem.
Vivo com o que tenho e quero, busco, sem dor, outras vontades...