Ah, esse é daqueles que é bom nem começar, não por não saber onde vai parar, mas por não saber se vai dar, se vai ter um início, se vai além das reticências...
Eu sempre digo pra mim mesma que odeio o médio, odeio o pouco, o pequeno, o que não é nem bom nem ruim, mas, às vezes, me boto no médio, como do médio e vivo o médio. Pra que? Por quê? Porque além de odiar o médio eu sempre tenho esperança de que tudo vai ser tão sublime como eu quero que seja, sempre, e isso é, realmente um defeito!
Por quê? Porque vivo isso que vivo sem perceber que é médio, até que vem a queda de uma vez, e quando percebo o tesão se vai, foge de mim, deixo de querer: porque é médio!
Falando com uma amiga agora pouco redescobri que eu sou intensa demais, que eu vou fundo demais, não que isso seja ruim, pra mim isso é lindo, mas as pessoas não acompanham esse movimento e, às vezes, muitas vezes, eu fico no fundo sozinha! O que não é ruim, porque me encontro, me vivo, me palpo... Mas nem sempre me encontro sozinha, aquela coisa de querer um outro pra te encontrar um pouco também...
Mas meus amigos, daqueles que vivem comigo todo dia, vão muito poucas vezes ao fundo de tudo isso, desse lance lindo que é se relacionar, que é amar, que é querer com muita força e eu quero companhia hoje, pra viver intenso, pra viver inteiro, pra viver junto.
De onde vem? Hoje, que as energias não estão azul celeste como há algum tempos andavam em cima da minha cabeça, não tem ninguém no fundo comigo, tô sozinha, no mais profundo de mim, no mais escondido de mim que eu nem poderia imaginar e, hoje, sinto mesmo, que não quero a solidão, pelo menos hoje não...
Eu sempre digo pra mim mesma que odeio o médio, odeio o pouco, o pequeno, o que não é nem bom nem ruim, mas, às vezes, me boto no médio, como do médio e vivo o médio. Pra que? Por quê? Porque além de odiar o médio eu sempre tenho esperança de que tudo vai ser tão sublime como eu quero que seja, sempre, e isso é, realmente um defeito!
Por quê? Porque vivo isso que vivo sem perceber que é médio, até que vem a queda de uma vez, e quando percebo o tesão se vai, foge de mim, deixo de querer: porque é médio!
Falando com uma amiga agora pouco redescobri que eu sou intensa demais, que eu vou fundo demais, não que isso seja ruim, pra mim isso é lindo, mas as pessoas não acompanham esse movimento e, às vezes, muitas vezes, eu fico no fundo sozinha! O que não é ruim, porque me encontro, me vivo, me palpo... Mas nem sempre me encontro sozinha, aquela coisa de querer um outro pra te encontrar um pouco também...
Mas meus amigos, daqueles que vivem comigo todo dia, vão muito poucas vezes ao fundo de tudo isso, desse lance lindo que é se relacionar, que é amar, que é querer com muita força e eu quero companhia hoje, pra viver intenso, pra viver inteiro, pra viver junto.
De onde vem? Hoje, que as energias não estão azul celeste como há algum tempos andavam em cima da minha cabeça, não tem ninguém no fundo comigo, tô sozinha, no mais profundo de mim, no mais escondido de mim que eu nem poderia imaginar e, hoje, sinto mesmo, que não quero a solidão, pelo menos hoje não...

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